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Conteúdo de aula prática sobre construção de site do zero com Claude…

INEMA.CCODE · 2025-08-25 · ~11 min · ver no Telegram ↗

INEMA

em ingles

vou ver se refaco (valeu)

sugestões.

  1. checklist de término de fase
  • hack: cada fase termina com: build local ok, screenshot salvo, commit, resumo do que mudou em 5 linhas.

hacks de recuperação rápida 24) diffs e bissecção

  • hack: se quebrou “do nada”, rode um diff do último bom para agora. Em casos ruins, use bissecção manual por metades de alterações.
  1. rotina “volta ao estável”
  • hack: mantenha um script npm run rescue que reseta node_modules, limpa cache e reinstala.
  • exemplo package.json: "rescue": "rimraf node_modules .next dist && npm i"

perguntas rápidas com respostas e exemplos

  1. e se o Playwright não listar as ferramentas após instalar? resposta: reinicie o terminal do Claude Code e rode a chamada mínima. exemplo: “liste ferramentas do MCP X e execute uma busca simples em Ref”.

  2. como sabotar menos o plano com detalhes demais? resposta: defina requisitos visuais e de UX, não nome de libs. exemplo: “cards com hover suave” em vez de “Framer Motion X”.

  3. cache insiste em mostrar site antigo. resposta: mude porta, feche sessões, limpe cache do dev server e reabra. exemplo: rodar em 3001 e matar processos em 3000.

  4. como garantir commits úteis? resposta: force mensagens com causa, ação e impacto. exemplo: “fix(css): remove .hidden em .section-hero; conteúdo volta a renderizar no mobile”.

  5. deploy falhou no Vercel, e agora? resposta: copie logs de erro, peça ao Claude “patch mínimo”, commite e redeploy. exemplo: “corrigir script build faltando ‘next build’ e adicionar dependência faltante”.

  6. quando usar dangerously-skip-permissions? resposta: em branch de experimento. Na principal, aceite permissões e registre no .claude/ para evitar bloqueios silenciosos.

  7. vale usar agente dedicado para UI? resposta: sim, após base estável. Ele roda screenshots e dá nota, indicando ajustes rápidos.

Aqui vai um pacote de hacks práticos para acelerar e evitar dor de cabeça no fluxo com Claude Code, Cursor e MCPs. Curto, direto e acionável.

hacks de planejamento e setup

  1. plano .md enxuto e à prova de erro
  • hack: descreva o que, não o como. Evite travar libs (ex.: Framer Motion) no início.
  • exemplo: “hero com CTA verde, seção serviços em cards, formulário de lead; sem animações por enquanto”.
  1. arquivo de comando da sessão
  • hack: crie session-notes.md com decisões, pendências e links de erro. O Claude usa isso como memória leve.
  1. modelos e chamadas prontos
  • hack: mantenha models-to-use.md com snippets de chamada de API que você realmente usa. Cola o trecho certo sem pesquisar de novo.

hacks de MCPs (Playwright, Exa, Ref) 4) valide MCPs de verdade

  • hack: depois de instalar, liste ferramentas e execute 1 chamada real. Se não retornar algo útil, reinicie o terminal e revalide.
  • exemplo: peça ao Ref para buscar um parágrafo específico de doc e mostrar a citação.
  1. chaves e limites
  • hack: salve as keys em .env.local e documente escopo/limite no session-notes.md. Evita “funcionava ontem”.
  1. quando usar Exa vs web search do Claude
  • hack: Exa para docs e “deep dev search”; web search para páginas oficiais recentes. Se falhar, troque imediatamente.

hacks de modos do Claude 7) ask mode primeiro, agent depois

  • hack: peça plano e critérios de aceite no ask mode; só então mude para agent. Menos alucinação, mais previsibilidade.
  1. perigos do dangerously-skip-permissions
  • hack: use só em branch descartável. Em projeto principal, aceite permissões na primeira rodada e grave no .claude/.

hacks de prompts realmente úteis 9) prompt de fases com commit automático

  • exemplo: “Implemente Fase 1: estrutura + layout base + formulário mock. Valide com Playwright (screenshot). Commit ‘F1 done’. Pare e reporte.”
  1. prompt de inspeção visual
  • exemplo: “Use Playwright para abrir localhost atual, tirar screenshot e descrever problemas de UI em tópicos com ações correção.”
  1. prompt de rollback orientado
  • exemplo: “Se erro crítico for detectado, reverta para último commit estável e gere diff explicando o que quebrou e por quê.”

hacks de debug veloz 12) portas e cache

  • hack: padronize 3001 para o projeto atual e mate o que estiver em 3000 antes de rodar. Limpe cache do dev server ao trocar branch.
  • comandos úteis: mac/linux: lsof -i :3000; kill -9 PID windows: netstat -ano | findstr :3000 → taskkill /PID /F
  1. CSS invisível
  • hack: procure classes com display\:none/opacity:0/overflow/position absolute fora do viewport. Gere um “debug.css” temporário que destaca blocos com outline.
  1. incompatibilidades por plano detalhista
  • hack: se quebrou após “seguir o plano”, remova nomes de libs do plano e deixe o Claude escolher o equivalente nativo/simples.
  1. screenshots como verdade
  • hack: confie no que o Playwright vê, não no que você acha. Se screenshot mostra outra app, é cache/porta errado.

hacks de versionamento e segurança 16) commits de marco

  • hack: 1 commit por fase com mensagem clara. Se possível, 1 branch por fase e PR para a main.
  1. mensagens ricas
  • hack: force o Claude a escrever mensagens de commit com causa/efeito: “fix: remove animação X que ocultava .hero em mobile”.
  1. checkpoints manuais
  • hack: marque versões “boas” com tags leves: v0.1-landing-ok, v0.2-form-ok.

hacks de deploy 19) vercel sem susto

  • hack: antes do deploy, rode npm run build local. Se falhar local, vai falhar no Vercel.
  • se der erro no Vercel: copie o trecho do log, cole no Claude e peça “patch mínimo” com commit.
  1. autosync estável
  • hack: só faça deploy automático da main; use branches para features e PRs para manter histórico limpo.

hacks de produtividade 21) output style sob medida

  • hack: peça “explique como para 12 anos; esconda código a não ser que eu peça; sempre liste próximos 3 passos”. Reduz ruído.
  1. agente inspetor de UI
  • hack: crie um script que roda Playwright, salva 3 screenshots (desktop/tablet/mobile) e o Claude pontua 0–10 com

Playwright para abrir o localhost e tirar um screenshot ao final. Faça commit com a mensagem ‘Fase 1 concluída’.”

Diagnóstico de porta ocupada

  • Verifique qual porta está em uso; se necessário, suba em 3001 e feche processos antigos.

Commit e push

git add . git commit -m "Fase X: descrição clara do marco" git push origin main

Deploy Vercel

  • Painel do Vercel: Import → selecione o repo → Deploy.
  • Se erro de dependência: leia os logs do build, ajuste package.json ou scripts, commit e redeploy.

Perguntas rápidas (com respostas)

  1. Como evito quebrar tudo com libs de animação? Resposta: não fixe libs específicas no plano inicial. Construa o layout base; só depois teste animações.

  2. Como sei se a porta está ocupada? Resposta: se o localhost não mostra seu projeto, mude para 3001 ou encerre o processo antigo antes de subir.

  3. O Playwright é obrigatório? Resposta: não, mas acelera o feedback visual (screenshots) e ajuda a detectar problemas cedo.

  4. Quando usar dangerously-skip-permissions? Resposta: apenas quando estiver seguro do que o agente fará; ele pulará confirmações e pode alterar/deletar arquivos.

  5. Por que commits frequentes? Resposta: para reverter facilmente se algo quebrar; trate cada fase como um marco versionado.

  6. O que fazer se o deploy no Vercel falhar? Resposta: abra os logs, corrija dependências/configs, commit e redeploy. Normalmente é ajuste de build.

  7. Preciso do GitHub desde o começo? Resposta: ajuda muito. O histórico de commits vira seu “checkpoint” para desfazer erros.

  8. Cache confundindo versões? Resposta: feche instâncias antigas, limpe cache, reinicie o server correto, e valide a porta ativa.

  9. Posso usar outro IDE? Resposta: sim. O passo a passo continua válido (VS Code/Windsurf funcionam).

  10. Quando ativar agentes extras (validador de UI etc.)? Resposta: após a base estável; cada agente adiciona complexidade e custo de contexto.

Aqui vai um checklist passo a passo, prático e direto, para repetir o que o fez (com dicas para evitar as mesmas dores).

Passo a passo – do zero ao deploy

  1. Preparar o ambiente
  • Tenha: Node.js, npm, Git, conta no GitHub e no Vercel, um IDE (Cursor recomendado).
  • Instale/abra o Claude Code no IDE.
  • Verifique versões:

node -v npm -v git --version

  1. Criar o projeto e o planejamento
  • Crie uma pasta vazia para o projeto.
  • No IDE, crie website-plan.md com: objetivo do site, páginas, paleta de cores, componentes, formulário de lead (nome, sobrenome, empresa, o que faz, e-mail, telefone, botão AUDIT MY BUSINESS).
  • Mantenha o plano em alto nível. Evite forçar bibliotecas específicas (ex.: Framer Motion) nesta fase.
  1. Inicializar o Claude Code com o plano
  • No terminal do Claude Code:

/init * Ele lerá o website-plan.md e criará um arquivo de orientação do projeto (ex.: claude.md).

  1. Conectar o repositório GitHub e versionar
  • No terminal do Claude Code:

/g```it

```* Autentique o GitHub, crie um repositório para o projeto e faça o primeiro commit. * Garanta commits a cada marco que o Claude completar.

  1. Adicionar MCPs e validar
  • Adicione MCP Playwright (testes e screenshots), Exa (busca), RefTools (docs).
  • Pegue as chaves de API (Exa e Ref.tools) e configure-as.
  • Valide se os MCPs estão visíveis/ativos e listam ferramentas.
  • Se precisar, feche/reabra o terminal do Claude Code após instalar.
  1. Definir modo de trabalho do Claude
  • Use Ask mode para planejar e revisar; Agent mode para executar.
  • Só use dangerously-skip-permissions quando souber o que está fazendo (pula confirmações e pode apagar/alterar arquivos sem perguntar).
  1. Construir a base do site
  • Peça ao Claude (Agent mode) para:
  1. Criar estrutura do projeto,
  2. Implementar layout inicial e estilos,
  3. Implementar o formulário de lead (mock, sem funcionalidade),
  4. Configurar Playwright para abrir o localhost e tirar screenshots a cada marco,
  5. Fazer commits ao final de cada fase.

  6. Rodar localmente e checar

  • O servidor subirá em localhost (3000, 3001, etc.).
  • Se a porta estiver ocupada, mude para outra ou encerre processos antigos.
  • Use o Playwright para validar visualmente e detectar erros de CSS/DOM.
  1. Depurar problemas comuns
  • Página “quebrada” ou feia: verifique classes CSS que escondem conteúdo.
  • Cache teimoso: feche sessões antigas, limpe cache, reinicie o servidor do projeto certo (ex.: 3001).
  • Conflitos de libs: se algo que você especificou no plano quebrar (ex.: animações), remova e volte ao alto nível.
  1. Preparar para deploy
  • Confirme que build e start funcionam:

npm``` run build npm start

*``` Faça push para a branch main com histórico limpo de commits.

  1. Deploy no Vercel
  • No Vercel: New Project → importe o repositório.
  • Deploy. Se falhar, abra os logs, ajuste dependências/configs, faça novo commit e redeploy.
  • Ao finalizar, você terá uma URL pública e pushs futuros na main redeployam automaticamente.
  1. Pós-deploy e próximos passos
  • Abra a URL pública e valide.
  • Se quiser, adicione domínio customizado.
  • Opcional: crie um models-to-use.md com snippets de chamada de modelos, e considere agentes auxiliares (validador de UI, auditor de CSS, etc.) para iterações futuras.

Exemplos úteis por etapa

Planejamento (.md)

  • Estrutura mínima:

Obje```tivo: Site de consultoria em IA com captura de leads. Páginas: Home, Serviços, Sobre, Contato/Lead. Formulário: nome, sobrenome, empresa, o que faz, e-mail, telefone, botão "AUDIT MY BUSINESS". Paleta: fundo claro, destaque verde no CTA, tipografia moderna. Requisitos: design limpo, responsivo, sem libs de animação obrigatórias.

Pr```ompt (Ask mode) para gerar o plano detalhado

  • Exemplo: “Revise website-plan.md e gere um plano de execução em fases. Não escreva código ainda. Liste marcos, critérios de aceite, checkpoints do Playwright e commits esperados.”

Prompt (Agent mode) para construir

  • Exemplo: “Implemente a Fase 1: estrutura do projeto, layout base e página Home com o formulário mock. Configure

Resumo – Claude Code: Construindo um site do zero

Objetivo da aula

  • Mostrar que qualquer pessoa, mesmo sem background técnico, pode sair do zero e construir algo com Claude Code.
  • Construir em público, sem cortes, incluindo erros e dificuldades, para quebrar a ideia de que tudo sai perfeito logo na primeira vez.
  • O projeto escolhido: site de consultoria em IA com formulário de captura de leads e possibilidade de rodar um mini “AI audit”.

Etapas principais

  1. Preparação inicial
  • Uso do Cursor como IDE (mas pode ser outro).
  • Configuração dos servidores MCP (Playwright, Exa, RefTools).
  • Criação de um arquivo de planejamento em .md para estruturar o projeto (páginas, cores, elementos, etc.).
  • Uso dos modos do Claude:

    • Ask mode: só planeja e gera conteúdo.
    • Agent mode: executa ações (cria, edita, roda código).
    • YOLO / dangerously skip permissions: ignora permissões e roda direto (arriscado).
  1. Construção do site
  • Início com estrutura básica em HTML/CSS.
  • Uso do Playwright para rodar localmente e tirar screenshots.
  • Identificação de problemas como:

    • Conflito de portas (3000 vs 3001).
    • Cache mostrando versão antiga do projeto.
    • Incompatibilidade com Framer Motion + CSS, causando erros críticos.
    • CSS ocultando elementos ao invés de exibi-los.
  1. Depuração
  • Sessão de debug de quase 40 minutos para identificar incompatibilidades.
  • Descoberta de que o problema não estava na execução, mas no plano inicial errado (componentes incompatíveis).
  • Ajustes feitos removendo instruções técnicas específicas do plano.
  1. GitHub e versionamento
  • Conexão com repositório GitHub.
  • Uso de commits a cada fase para manter histórico.
  • Revisão das alterações feitas pelo Claude automaticamente.
  1. Deploy
  • Escolha do Vercel (mas também comparado com Netlify, Render, DigitalOcean).
  • Primeira tentativa falhou por falta de dependências.
  • Ajuste feito a partir dos logs → sucesso no segundo deploy.
  • Site no ar, agora totalmente personalizável e sem dependência de plataformas externas.

Lições principais

  • Planejamento em .md é fundamental: clareza evita erros e retrabalho.
  • Validação contínua com Playwright e commits no GitHub garante controle.
  • Evitar planos técnicos muito detalhados no início, pois pode gerar incompatibilidades.
  • Erros fazem parte do processo: depuração real é diferente do que tutoriais polidos mostram.
  • Benefício final: possuir o próprio código, com controle total e aprendizado sobre o que quebra e por quê.

Dia 1: Claude Code Construindo do Zero

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