Guia prático sobre Agent Teams no Claude Code — como ativar,…
INEMA
Direto ao ponto.
1) Verifique a versão Agent Teams requer Claude Code v2.1.32 ou superior. (Claude)
claude --version
2) Habilite o recurso
A Anthropic diz para ativar CLAUDE_CODE_EXPERIMENTAL_AGENT_TEAMS=1 no ambiente ou no settings.json. (Claude)
Opção rápida no terminal atual:
export CLAUDE_CODE_EXPERIMENTAL_AGENT_TEAMS=1
Para deixar no projeto, crie/edite o arquivo de config:
mkdir -p .claude
cat > .claude/settings.local.json <<'EOF'
{
"env": {
"CLAUDE_CODE_EXPERIMENTAL_AGENT_TEAMS": "1"
}
}
EOF
3) Rodar o Claude
claude
4) Pedir um time de agentes Dentro do Claude Code, use linguagem natural. Exemplo prático: (Claude)
```Crie um agent team com 3 teammates usando Sonnet. Objetivo: construir uma landing page de startup de IA.
Teammate 1: Front-end developer - cuidar de layout, componentes e animações - entregar interface pronta
Teammate 2: Back-end developer - cuidar de API mock, estrutura de dados e integrações - entregar serviços necessários para a UI
Teammate 3: QA agent - validar fluxo, achar bugs e devolver correções para os devs - só marcar como concluído quando os problemas críticos forem resolvidos
Entregáveis finais: - app rodando localmente - relatório de testes - resumo do que foi feito```
5) Forçar modo simples no mesmo terminal Se quiser evitar split panes:
claude --teammate-mode in-process
O modo in-process funciona em qualquer terminal; split panes pedem tmux ou iTerm2. (Claude)
6) Usar com tmux
Se quiser ver cada agente em um painel separado, a doc recomenda tmux e cita tmux -CC no iTerm2 como entrada sugerida. (Claude)
Exemplo:
tmux
claude
Se precisar limpar sessão travada depois:
tmux ls
tmux kill-session -t NOME_DA_SESSAO
(Claude)
7) Comandos úteis em linguagem natural Durante a execução, você pode pedir coisas assim: (Claude)
Use Sonnet para cada teammate.
Exija aprovação de plano antes de implementar.
Peça para o researcher teammate encerrar.
Clean up the team
8) Quando usar Use quando houver trabalho em paralelo, como frontend + backend + testes, pesquisa em paralelo, ou hipóteses concorrentes de debug. Para tarefas sequenciais, simples, ou com muita edição no mesmo arquivo, a própria doc recomenda sessão única ou subagents. (Claude)
Setup mínimo completo
```mkdir -p .claude cat > .claude/settings.local.json <<'EOF' { "env": { "CLAUDE_CODE_EXPERIMENTAL_AGENT_TEAMS": "1" } } EOF
claude --teammate-mode in-process```
Depois, já dentro do Claude:
Crie um agent team com 3 teammates usando Sonnet: front-end, back-end e QA. Objetivo: construir uma landing page completa e validar tudo antes de encerrar.
Posso te passar agora um template de prompt pronto para usar em projeto React/Node.
Agent Teams no Claude Code para obter resultados melhores do que com um único agente ou com subagentes simples.
Resumo do conteúdo:
Um agent team é formado por vários agentes especializados trabalhando juntos sob coordenação de um agente principal. No exemplo, um time com front-end, back-end e QA. Esses agentes trabalham em paralelo, compartilham uma lista de tarefas e podem conversar entre si, o que permite ciclos de revisão: os devs entregam para o QA, o QA encontra erros, e o trabalho volta para correção até ficar bom.
A principal diferença em relação a subagentes é que subagentes trabalham mais isolados e retornam resultados ao agente principal, enquanto agent teams colaboram entre si diretamente, como uma equipe real com funções complementares.
Como ativar a função, já que ela é experimental: basta adicionar uma variável/configuração no settings.local.json do projeto. Depois disso, recomenda-se criar uma documentação local de referência sobre agent teams dentro do projeto, para que o Claude consulte esse material com mais rapidez no futuro.
Na parte de prompting, sugere-se uma estrutura clara:
- definir primeiro o objetivo geral;
- informar quantos agentes haverá;
- escolher o modelo;
- descrever o papel de cada agente;
- dizer com quem cada um deve falar;
- e deixar explícitos os entregáveis finais.
Algumas boas práticas:
- cada agente deve ter responsabilidade sobre arquivos ou entregas específicas;
- é importante dar contexto completo, porque os agentes não começam com histórico;
- vale manter equipes pequenas, em geral de 3 a 5 agentes;
- e é melhor evitar agentes demais, porque isso aumenta custo e lentidão.
No terminal com tmux, fica mais fácil acompanhar visualmente o que cada agente está fazendo e até interagir com agentes específicos individualmente. Isso ajuda muito no monitoramento e correção de rumo.
Regras práticas para melhorar o uso:
- agentes devem ter territórios bem definidos;
- comunicação direta entre agentes é uma das maiores vantagens;
- o trabalho deve acontecer em paralelo, não apenas em sequência;
- todos herdam permissões, arquivos, skills e MCPs da sessão principal;
- e é possível usar um modo de aprovação de planos antes da execução.
Lista problemas comuns e soluções:
- muitas interrupções por permissão → pré-aprovar ferramentas/comandos;
- entregas confusas → definir donos de arquivos;
- agente ocioso → atribuir tarefas e dependências mais claras;
- custo alto → usar menos agentes;
- perda de trabalho → salvar resultados em arquivos temporários;
- aprovações ruins → deixar o humano aprovar até entender melhor o fluxo.
Por fim, quando usar agent teams:
- quando o projeto é complexo;
- quando há áreas especializadas diferentes;
- quando tarefas precisam ser feitas ao mesmo tempo;
- quando agentes precisam reagir uns aos outros;
- e quando se busca maior qualidade.
E quando não usar:
- em tarefas simples;
- quando tudo é sequencial;
- quando todos precisam mexer no mesmo arquivo;
- ou quando o custo/tokens importa muito.
Ideia central: Agent Teams são muito poderosos para trabalhos complexos e colaborativos, mas só entregam bem quando você define claramente papéis, contexto, comunicação e entregáveis. Eles custam mais e são mais lentos, então devem ser usados com critério.
Times de Agentes
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