Tópico dedicado ao sistema "Agent Council" — uso de subagentes do…
INEMA
Você pode explicar quais subagentes vêm prontos (out of the box) e quais você cria?
é voltado ao Claude Code mas aplica-se a qq um
Aqui estão os principais tópicos abordados no vídeo, organizados de forma clara e direta:
- Uso subaproveitado de subagentes
- A maioria usa subagentes só para tarefas técnicas (tests, PRs, code review).
- Pouca gente explora usos não técnicos.
- Subagentes para trabalho cognitivo
- Brainstorming
- Planejamento
- Tomada de decisão
- Gestão de projetos e decisões pessoais
- Problema do contexto longo
- Conversas longas degradam a qualidade do Claude.
- Compaction é não determinístico e pode perder informação importante.
- Claude tende a perder foco quando o contexto chega a ~40–50%.
- Subagentes como solução para qualidade
- Cada subagente roda com contexto limpo.
- Evita “hallucination nation”.
- Mantém foco e qualidade por mais tempo.
- Mental model: contratar agentes como funcionários
- Não criar dezenas sem critério.
-
Criar agentes apenas para tarefas:
- Independentes
- Sequenciais (passagem de bastão)
- Sem dependência direta do contexto principal
- Criação de um “Conselho de IA”
- Agentes com papéis diferentes e intencionais.
-
Exemplo principal:
- Otimista
- Advogado do Diabo
- Neutro
- Monitoramento dos subagentes
- Problema: não saber o que eles fizeram até o final.
- Solução simples: arquivo Markdown de raciocínio compartilhado.
- Shared Reasoning File
-
Cada agente documenta:
- O que pensou
- Como decidiu
- Principais insights
- Serve como trilha de auditoria.
- Permite revisão futura e metacognição.
- Evitar viés do “yes-man” do Claude
- Claude tende a concordar com o usuário.
- Múltiplos agentes forçam visões conflitantes.
- Claude sintetiza padrões entre opiniões independentes.
-
Criação e configuração de subagentes
- Uso do comando
/agents - Agentes globais vs. por projeto
- Escolha de modelos mais baratos (Sonnet) quando possível
- Definição clara de missão e comportamento
- Uso do comando
-
Invocação explícita de agentes
- Usar
@nome-do-agentepara chamar um específico. - Evita decisões “automáticas” do Claude sobre quem chamar.
- Usar
-
CLAUDE.md como cérebro central
-
Documenta:
-
Existência dos agentes
- Quando invocar cada um
- Regras de coordenação
- Garante que tudo funcione em novas sessões.
-
-
Gatilho para o conselho (“agents gather”)
-
Um comando único para:
-
Enviar uma ideia
- Rodar todos os agentes em paralelo
- Registrar tudo no shared reasoning
-
-
Exemplo real de uso (AI Avatar Academy)
- Plataforma educacional autoatualizável com avatares de IA.
-
Cada agente analisa sob sua ótica:
-
Otimista → potencial de mercado
- Diabo → riscos legais, custos, scraping
- Neutro → viabilidade técnica e econômica
-
Síntese e recomendação final
- Claude analisa o “meio do diagrama de Venn”.
-
Gera:
-
Consenso
- Próximos passos
- Estratégia de validação
-
Debate entre agentes (“make them fight”)
- Agentes atacam os argumentos uns dos outros.
- Simula confronto intelectual estruturado.
- Ajuda a avaliar força real das ideias.
-
Uso contínuo no negócio
- Decisões estratégicas
- Comunidades
- Advisory boards virtuais
- Complemento a conselhos humanos
-
Filosofia geral do vídeo
- Menos overengineering
- Mais clareza, rastreabilidade e qualidade de decisão
- Subagentes como ferramenta cognitiva, não só técnica
Guia executivo do sistema de Agent Council 👇
Visão geral⌗
Os arquivos MD formam um sistema completo de tomada de decisão com múltiplos agentes de IA, inspirado no vídeo que você resumiu antes. A ideia é substituir decisões feitas por “uma única mente” por um conselho estruturado, com perspectivas complementares, rastreáveis e reutilizáveis.
O sistema é composto por:
- 3 agentes com papéis bem definidos
- 1 arquivo central de raciocínio compartilhado
- 1 guia de prompts e padrões avançados
1. Os Agentes do Conselho⌗
🟢 Optimist Strategist⌗
Função: Explorar o melhor cenário possível, sem hype vazio. Foco:
- Potencial máximo
- Caminhos concretos para o sucesso
- Pontos de alavancagem
Ele responde à pergunta:
“Se isso desse muito certo, como seria — e o que teria que ser verdade?”
🔴 Devil’s Advocate⌗
Função: Testar a ideia até quebrar. Foco:
- Riscos reais
- Suposições escondidas
- Precedentes históricos
- Cenários de falha plausíveis
Ele responde à pergunta:
“Onde isso pode dar errado na vida real?”
🔵 Neutral Analyst⌗
Função: Ancorar tudo na realidade. Foco:
- Fatos verificáveis
- Trade-offs claros
- Viabilidade técnica, econômica e legal
- Síntese entre visões opostas
Ele responde à pergunta:
“Dado o que sabemos hoje, o que é realmente decidível?”
2. Shared Reasoning (shared_reasoning.md)⌗
Este é o coração do sistema.
Ele funciona como um log auditável de pensamento, onde:
- Cada agente documenta como pensou, não só a conclusão
- Cada sessão fica registrada com data, ideia e nível de confiança
- Você pode voltar meses depois e entender por que decidiu algo
Inclui:
- Template por sessão
- Seções padronizadas por agente
- Síntese final do conselho
- Veredito + próximos passos
3. Agent Council Prompt Guide⌗
Este arquivo é o manual operacional do sistema.
Ele mostra:
- Como criar novos agentes
- Como invocar o conselho (“Agents gather”)
- Como forçar debate entre agentes
-
Padrões avançados como:
-
Red Team / Blue Team
- Pre-mortem
- Calibração de confiança
- Deliberação em estágios
É o que transforma o setup em um framework reutilizável, não só um experimento pontual.
Em uma frase⌗
👉 Você montou um sistema de decisão assistida por IA, onde:
- Otimismo é disciplinado
- Ceticismo é construtivo
- Neutralidade sintetiza
- Tudo fica documentado
É basicamente um conselho estratégico on-demand, sem inflar contexto e sem “yes-man bias”.
O vídeo mostra como subagentes do Claude Code podem ser usados muito além de tarefas técnicas, servindo como uma ferramenta poderosa para planejamento, brainstorming e tomada de decisões, sem sobrecarregar o contexto principal do modelo.
Ideia central
- Em vez de usar o Claude como um chat contínuo (que degrada com o tempo), o autor propõe criar subagentes especializados, cada um com um papel claro, trabalhando em paralelo e com contextos limpos.
- Esses subagentes funcionam como um “conselho de IA”, trazendo múltiplas perspectivas para decisões melhores.
Principais pontos
- O Claude perde qualidade quando o contexto fica muito cheio; subagentes evitam isso.
- Subagentes não precisam ser muitos: pense neles como funcionários de uma startup bootstrap.
- Eles podem ser usados para tarefas não técnicas, como análise estratégica e decisões de negócio.
- É possível monitorar o raciocínio dos subagentes usando um arquivo simples em Markdown chamado, por exemplo,
shared_reasoning.md.
Exemplo prático
-
O autor cria três subagentes:
-
Otimista: explora o melhor cenário possível.
- Advogado do Diabo: questiona, aponta riscos e falhas.
- Neutro: analisa trade-offs e sintetiza evidências.
- Cada agente documenta seu raciocínio e conclusões no arquivo compartilhado.
- Depois, o Claude analisa essas visões sem o viés de “concordar com tudo”.
Caso real
- A ideia analisada foi uma “AI Avatar Academy”, uma plataforma educacional que se atualiza automaticamente com novidades de IA.
-
O conselho destacou:
-
Potencial alto (otimista),
- Riscos legais e de custo (advogado do diabo),
- Viabilidade incerta, recomendando validação antes de escalar (neutro).
Conclusão
- Subagentes permitem decisões mais maduras, auditáveis e equilibradas.
- Funcionam como um processo estruturado de pensamento coletivo, útil para negócios, projetos pessoais e estratégia.
- Simples de implementar, sem sistemas complexos ou “overengineering”.
O Conselhão - TCAx
O Time com um Conselho de Agentes
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