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Canal de recursos e suporte para iniciantes no Make.com (Integromat),…

INEMA.MAKE · 2025-01-04 · ~12 min · ver no Telegram ↗

INEMA

acho q resolvemos ne>?

https://www.youtube.com/watch?v=JOTiKDaQRBo Básico do Agente do Make, é dublado

youtube.com/watch ↗ curso Completo em Ingles

youtube.com/watch ↗

infelizmente nao tem dubalgem, é ingles, mas o cara é bom

youtube.com/live/4riYijA6rNc ↗

youtube.com/live/-0Nk5XsNKC0 ↗

Aulas Basicas do MAKE t.me/c/2277358326/2599 ↗

voce fez o projerto de conexao do Google cloude ? olha la nas conexoes

youtube.com/live/tRGOTzOkg9c ↗

bruno, so coloca as perguntas nos topicos apropriados, para nao ficar poluido , depois eu remos isso daqui para ficar aqui assunto com videos

o carlos ja fez isso peloq eu soube, eu devo focar tambem mas estive corido esta semana

nao

Pega a visão 👇🏽

  1. Coleta de Dados de Tráfego

• Google Analytics 4: Para rastrear e monitorar o tráfego do site em tempo real.
• Facebook Ads Manager: Para acompanhar métricas de anúncios no Facebook e Instagram.
• Google Ads: Para dados de campanhas de anúncios pagos no Google.
• Hotjar ou Crazy Egg: Para mapear o comportamento dos visitantes no site, com mapas de calor e outras análises.

  1. Processamento e Análise de Dados

• BigQuery: Para armazenar e processar grandes volumes de dados de tráfego.
• Data Studio (Looker Studio): Para visualização de dados e criação de dashboards dinâmicos que consolidam métricas em relatórios.
• Python com bibliotecas de IA (scikit-learn, pandas): Para criar modelos personalizados de análise e previsão de tendências com base nas métricas.
• Power BI ou Tableau: Para dashboards interativos e análises avançadas de métricas.

  1. Integração com o VAPI (IA de Ligação)

• Vonage API (VAPI): Oferece integração de chamadas de voz que permite enviar informações via chamada telefônica automatizada.
• Twilio Voice: Uma alternativa que também permite criar ligações automatizadas com suporte para leitura de textos dinâmicos (TTS - Text-to-Speech).
• Dialogflow: Para criar um bot de voz que analise as métricas e realize a comunicação via VAPI ou Twilio Voice.

  1. Integração com WhatsApp para Mensagens Automatizadas

• Twilio WhatsApp API: Permite enviar mensagens no WhatsApp com dados dinâmicos e automatizar conversas.
• Wati: Ferramenta que facilita a criação de chatbots no WhatsApp e integração com sistemas de dados.
• WhatsApp Business API: Pode ser integrada com sistemas de backend para enviar relatórios e responder a comandos de métricas.

  1. Automação e Integração de Dados

• Zapier ou Make (Integromat): Para conectar várias ferramentas e criar automações que enviem dados de métricas do Google Analytics ou outras fontes diretamente para VAPI, Twilio ou WhatsApp.
• Firebase: Para armazenar métricas e controlar o fluxo de dados entre as várias integrações.
• AWS Lambda ou Google Cloud Functions: Para executar scripts de automação que processam e atualizam métricas em horários ou eventos específicos.

Essas ferramentas formam uma boa estrutura para criar o fluxo que conecta métricas de tráfego com comunicações via ligações e WhatsApp.

academy.make.com/bundles/foundation ↗

academy.make.com ↗

Aprenda a usar os módulos Make Iterator e Aggregator de Controle de Fluxo para transformar dados em seus cenários automatizados no Make. O Iterator é um tipo especial de módulo que converte um array em uma série de pacotes (bundles). Cada item do array será processado como um pacote separado. O Aggregator é um tipo especial de módulo que mescla vários pacotes de dados em um único pacote. A função Make Deduplicate Array remove duplicatas de um array.

Módulo Make Iterator: Link

Um iterator é um módulo que converte um array em uma série de pacotes, com cada item do array sendo processado como um pacote separado. Configurar um iterator é semelhante a configurar qualquer outro módulo. O campo Array especifica o array a ser convertido em pacotes individuais.

Módulo Make Aggregator: Link

O aggregator no Make é um módulo projetado para mesclar vários pacotes de dados em um só. Quando executado, ele acumula todos os pacotes que recebe durante a operação de um único módulo-fonte e gera um único pacote contendo um array com itens correspondentes a cada pacote acumulado. O conteúdo do item do array depende do módulo aggregator específico e de sua configuração.

Função de Desduplicação de Array no Make.com: Link

A função de Desduplicação de Array no Make.com remove itens duplicados de um array, garantindo que cada item no array seja único. Essa função ajuda a limpar os dados, eliminando entradas repetidas, tornando o array mais eficiente para processamento ou análise posteriores.

O Make.com Iterator e o Aggregator são módulos de Controle de Fluxo.

A família de módulos de Controle de Fluxo no Make.com é projetada para gerenciar e controlar a sequência e lógica dos processos de automação. Esses módulos ajudam a direcionar o fluxo de operações com base em condições específicas, garantindo que as tarefas sejam executadas de maneira organizada e eficiente. Os principais módulos dessa família incluem:

  • Router: Direciona pacotes para diferentes ramificações com base em condições especificadas, permitindo processamento paralelo e ramificação condicional.

  • Iterator: Converte um array em uma série de pacotes, permitindo que cada item no array seja processado individualmente.

  • Aggregator: Mescla vários pacotes em um único pacote, consolidando dados para processamento posterior.

  • Repeater: Executa um módulo ou uma sequência de módulos várias vezes, com base em um número especificado de repetições ou no comprimento do array.

  • Filter: Permite que pacotes passem apenas se atenderem a certas condições, habilitando processamento condicional e validação de dados.

Esses módulos oferecem flexibilidade e controle sobre os fluxos de trabalho de automação, facilitando o gerenciamento de processos complexos e manipulação de dados.

youtube.com/watch ↗

business.facebook.com ↗

facebook.com ↗

business.facebook.com/create ↗

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youtube.com/live/bAInvrFx2do ↗

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Conexões do Gmail e Google Drive no Make - vídeo atualizado!

youtu.be/ozb4FTTCxeI ↗

vm.tiktok.com/ZMhcMbcMx ↗

instagram.com/reel/DCwe8ehuAaL ↗

youtube.com/live/7o8IcR9vS7c ↗

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youtube.com/live/HX-jQtvXVC4 ↗

youtube.com/live/Wk0Q205g1cM ↗

youtube.com/live/_CXXWHr1CzQ ↗

youtube.com/watch ↗

Aqui explico detalhadamente o uso das funções no Make, uma ferramenta para automatização que possibilita o uso de diversas fórmulas. Abaixo, seguem os principais pontos abordados:

  1. Documentação Completa: O Make possui documentação onde todas as funções estão listadas, categorizadas em gerais, strings, arrays, datas, e matemáticas.

  2. Funções Básicas: - Get: Extrai uma informação específica de um objeto ou array. - If: Implementa condicional, retornando valores diferentes conforme uma condição. - If Empty: Retorna um valor padrão se o campo estiver vazio. - Replace: Substitui um valor por outro em uma string. - Join: Une itens de um array com um delimitador específico.

  3. Manipulação de Strings: - Lower, Upper e Capitalize: Converte texto para minúsculas, maiúsculas e capitaliza a primeira letra. - Trim: Remove espaços em branco no início e no fim do texto. - Substring e IndexOf: Extraem partes de uma string ou localizam a posição de caracteres.

  4. Funções Matemáticas: - Average, Max, Min, Round: Realizam operações como média, máximo, mínimo e arredondamento. - Abs: Calcula o valor absoluto.

  5. Data e Hora: - Add e Set: Permitem adicionar ou definir valores em segundos, minutos, dias, meses e anos. - Format Date e Parse Date: Formata e transforma strings em datas utilizáveis.

  6. Arrays: - Contains, Len, Distinct: Checam a existência de elementos, contam itens, e removem duplicados. - Sort e Reverse: Ordenam e invertem a ordem dos elementos de um array.

Essas funções trazem flexibilidade para personalizar automações no Make. O vídeo incentiva o uso prático dessas ferramentas para se familiarizar com cada função.

make.com/en/help/functions ↗

youtube.com/watch ↗

youtube.com/watch ↗

youtube.com/watch ↗

youtu.be/rJgkgA-AIR0 ↗

youtube.com/watch ↗

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tiktok.com ↗

tiktok.com ↗

vm.tiktok.com/ZMrpNVFQU ↗

cloudconvert.com ↗

apify.com ↗

airtable.com/invite/l ↗

vm.tiktok.com/ZMrndb3YU ↗

Lives da Semana, scraper nas redes. Analise de Sentimento e geração e Scripts e vídeos Virais..

Para criar uma automação semelhante à que foi discutida no vídeo, envolvendo a análise de influenciadores e vídeos virais, podemos seguir um plano de ação organizado em etapas claras. Aqui está um exemplo de plano:

1. Definir Objetivos da Automação

  • Objetivo Principal: Rastrear, analisar e gerar conteúdo viral com base em influenciadores e vídeos populares.
  • Sub-objetivos:
    • Obter dados sobre vídeos virais de influenciadores específicos.
    • Analisar métricas de engajamento (visualizações, curtidas, comentários).
    • Transcrever vídeos e gerar resumos e scripts otimizados.
    • Avaliar viralidade e fazer análise de sentimento dos comentários.

2. Ferramentas Necessárias

  • Apify: Raspagem de dados de perfis de influenciadores.
  • Make.com: Plataforma de automação para conectar todas as ferramentas.
  • Whisper (ou similar): Ferramenta de transcrição de áudio para texto.
  • Airtable: Armazenamento e visualização de dados.
  • CloudConvert: Conversão de vídeos em áudio (MP3).
  • OpenAI (ChatGPT ou outro modelo): Geração de resumos, scripts, ganchos e análise de sentimentos.

3. Configurar o Apify

  • Criar Scraper no Apify para coletar dados de influenciadores e hashtags:
    • Inserir URLs dos influenciadores (ex.: Alex Hormozi, Chris Williamson) ou hashtags relevantes.
    • Definir filtros como número mínimo de curtidas, visualizações e data de postagem (ex.: últimos 30 dias).
    • Rastrear vídeos de Instagram, TikTok ou outra plataforma.

4. Configurar Make.com para Automação

  • Iniciar um Fluxo no Make.com:
    • Criar automação para acionar o Apify e raspar dados periodicamente (ex.: semanalmente).
    • Definir filtros para vídeos (ex.: duração mínima de 10 segundos, mais de 1.000 visualizações).
    • Usar CloudConvert para converter vídeos em arquivos MP3.
    • Usar Whisper para transcrever o áudio em texto.

5. Analisar e Processar os Dados

  • Viral Script: Usar o ChatGPT para gerar um roteiro do vídeo com base na transcrição, incluindo:
    • Gancho inicial.
    • Desenvolvimento do conteúdo.
    • Chamada para ação (CTA).
  • Viral Hook: Gerar múltiplas opções de ganchos poderosos para captar atenção nos primeiros segundos.
  • Viral Scores: Criar um módulo de avaliação que analise a viralidade potencial do vídeo com base em engajamento.
  • Análise de Sentimento: Usar o ChatGPT para analisar os comentários e gerar uma análise de sentimentos (positivos, negativos, neutros).

6. Armazenar e Organizar os Dados na Airtable

  • Criar uma base de dados na Airtable com colunas para:
    • Nome do influenciador.
    • URL do vídeo.
    • Data de postagem.
    • Visualizações, curtidas e comentários.
    • Resumo do vídeo, ganchos, script gerado e pontuação de viralidade.
    • Análise de sentimento dos comentários.
  • Configurar a Airtable para receber dados automaticamente após cada ciclo de automação.

7. Testar e Otimizar o Processo

  • Executar a automação de teste para garantir que todos os dados estão sendo raspados, transcritos e armazenados corretamente.
  • Ajustar filtros e prompts do ChatGPT para melhorar a qualidade dos ganchos, scripts e análise.
  • Monitorar o desempenho da automação e ajustar conforme necessário para obter melhores resultados.

8. Manutenção e Expansão

  • Agendar a automação para rodar em intervalos regulares (ex.: semanalmente) e adicionar novos influenciadores ou hashtags conforme necessário.
  • Revisar periodicamente os resultados e ajustar os critérios de engajamento e viralidade.
  • Expandir a automação para incluir outras plataformas ou métricas (ex.: análise de vídeos do YouTube).

Resumo do Plano de Ação:

  1. Definir objetivos claros.
  2. Escolher ferramentas adequadas (Apify, Make.com, Airtable, etc.).
  3. Configurar o Apify para raspar dados de influenciadores.
  4. Usar Make.com para autom

Aqui estão todos os tópicos abordados sobre o processo descrito no vídeo:

1. Automação com IA para Análise de Conteúdo Viral:

  • Uso de ferramentas como Make.com, Apify, Whisper e Airtable.
  • Automação do processo de criação e análise de conteúdo viral.

2. Cadastro de Influenciadores:

  • Inserção de URLs de perfis de influenciadores no Apify.
  • Rastreamento de influenciadores ou hashtags para coletar dados de vídeos virais.
  • Coleta de métricas como visualizações, curtidas, comentários, e URLs de vídeos.

3. Uso de Filtros na Automação:

  • Filtragem de vídeos por duração mínima (ex.: mais de 10 segundos).
  • Filtragem de vídeos por data (ex.: vídeos dos últimos 30 dias).
  • Filtragem por engajamento (curtidas, visualizações, etc.).
  • Economia de recursos ao filtrar vídeos irrelevantes (ex.: fotos ou vídeos sem áudio).

4. Módulos da Automação:

  • Viral Script: Criação do roteiro completo de vídeos com estrutura clara (gancho, desenvolvimento, e CTA).
  • Viral Hook: Geração de ganchos iniciais para captar atenção nos primeiros segundos do vídeo.
  • Viral Scores: Atribuição de uma pontuação de viralidade com base em engajamento e outros fatores.
  • Real Summarizer: Geração de um resumo conciso da transcrição dos vídeos, focando nos principais pontos.

5. Análise de Sentimentos:

  • Classificação dos comentários em positivos, negativos ou neutros.
  • Detecção de padrões emocionais nos comentários.
  • Uso dos sentimentos para melhorar o conteúdo com base no feedback do público.

6. Armazenamento de Dados na Airtable:

  • Organização de dados como transcrições, comentários, scripts e pontuações de viralidade.
  • Facilidade de visualização e manipulação dos dados.
  • Colaboração em equipe e fácil acesso aos dados.
  • Escalabilidade e automação contínua.

7. Ferramentas Usadas na Automação:

  • Apify: Raspagem de vídeos e dados de perfis de influenciadores.
  • Whisper: Transcrição de áudio dos vídeos para texto.
  • Airtable: Armazenamento e visualização de dados.
  • Make.com: Plataforma de automação que conecta todas as ferramentas.

8. Hacks Virais:

  • Uso de ganchos poderosos (hooks) nos primeiros segundos dos vídeos.
  • Inserção de mini-ganchos ao longo do conteúdo.
  • Chamada para ação (CTA) clara e envolvente ao final do vídeo.
  • Foco em conteúdo emocional ou que o público possa se identificar.
  • Análise de tendências e influenciadores para aplicar padrões de sucesso.

9. Conclusão:

  • Automação melhora a eficiência e a criação de conteúdo viral.
  • Ferramentas são personalizáveis e acessíveis para qualquer nicho.
  • Uso de dados como sentimento e viralidade para aprimorar continuamente o conteúdo.
  • Encorajamento para experimentar automações e adaptá-las ao fluxo de trabalho.

exemplo de automacao para analise de influenciadores e Sentimentos

tiktok.com ↗

tiktok.com ↗

Alguns canais do youtube que ensinam make. Só o primeiro é em português: - @wellpiresAI - @itssssss_jack - @HELENA-LIU - @StephenGPope - @nicksaraev

youtube.com/watch ↗

youtube.com/watch ↗

youtube.com/watch ↗

youtu.be/q48pYpI5aZc ↗

youtu.be/pFAkH73Khzk ↗

youtu.be/YDeRnNP7CY0 ↗

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