Projeto Hosp360 — sistema open source de gestão e atendimento…
INEMA
simulando
feito no codex
solucao mais simples
capacidades em camadas diferentes: Chatwoot para atendimento, Keycloak para identidade e Bahmni/OpenMRS para o núcleo clínico. (Chatwoot)
No fluxo interno, recepção e central de atendimento trabalham sobre agenda, check-in, filas e status do atendimento; a operação hospitalar trabalha com leitos, ordens, prescrição, farmácia, estoque e faturamento. É justamente nesse bloco que o Bahmni ganha força em relação a alternativas mais voltadas a consultório ou portal. (Bahmni)
Plano de implantação⌗
Fase 0 - desenho operacional Mapear serviços, especialidades, papéis, unidades, quartos, leitos, regras de agenda, convênios e documentos obrigatórios.
Fase 1 - fundação técnica Subir ambientes, identidade, chat, sandbox do HIS, storage, backup, logs e auditoria mínima.
Fase 2 - porta digital pública Entregar site, chat, consulta de agenda, solicitação de consulta e lembretes.
Fase 3 - agenda e cadastro mestre Consolidar cadastro único, profissionais, serviços, disponibilidade, check-in, remarcação e cancelamento.
Fase 4 - gestão interna hospitalar Ativar internamento/leitos, farmácia, estoque, faturamento, ordens e relatórios operacionais.
Fase 5 - integrações clínicas e regulatórias Adicionar laboratório, imagem/PACS, convênios, TISS e integrações locais/estaduais quando aplicável.
Fase 6 - rollout controlado Implantar por unidade ou linha de serviço, com piloto e critérios claros de saída.
Requisitos críticos no Brasil⌗
Desde o início, o projeto precisa nascer com LGPD, porque dado de saúde é dado pessoal sensível. Também precisa respeitar a Lei 13.787/2018 para digitalização e guarda do prontuário, a Resolução CFM 1.821/2007 sobre prontuário eletrônico e digitalização, a Resolução CFM 2.299/2021 sobre reconhecimento da assinatura digital em documentos médicos, e o Padrão TISS se houver operação com saúde suplementar. A ANS mantém a referência vigente de Janeiro/2026 e o programa Monitora TISS para qualidade dos dados. (Planalto)
Na prática, eu trataria como bloqueadores de go-live: controle de acesso por perfil, trilha de auditoria, assinatura digital válida, política de retenção, backup testado e separação explícita entre o canal público e o prontuário clínico. (Planalto)
Decisão final⌗
Se o seu projeto é realmente hospitalar, com gestão interna relevante, minha escolha continua sendo:
Bahmni + Chatwoot + portal próprio + Keycloak + n8n
Se a operação fosse mais policlínica/ambulatorial, eu consideraria OpenEMR com mais força por causa do portal e da agenda nativos. Para o que você pediu, eu iria de Bahmni no núcleo e deixaria a experiência pública desacoplada e mais moderna. (Bahmni)
Na próxima mensagem, eu aprofundo em módulos, banco de dados e integrações prioritárias.
Relatório executivo - solução open source de gestão hospitalar⌗
Para o cenário que você descreveu, eu não tentaria resolver tudo com um único sistema. A melhor saída é uma arquitetura modular: um núcleo clínico-hospitalar para a operação interna, uma camada pública para atendimento e agenda, e uma camada de integração/automação no meio. Hoje, a base mais consistente para o núcleo hospitalar é o Bahmni, porque ele documenta integração com OpenMRS, Odoo, OpenELIS e DICOM/PACS, além de cobrir bed management, agenda e APIs REST/FHIR. Para a frente pública, eu separaria o atendimento em Chatwoot e o autosserviço em um portal próprio, com Keycloak para identidade e n8n para automações. (Bahmni)
Por que eu não escolheria um sistema único⌗
O OpenEMR é forte em portal do paciente, agenda, mensageria e APIs. A documentação oficial mostra patient portal, patient portal chat, agendamento e APIs padrão/FHIR. O problema é que, para hospital com internação, leitos, farmácia, estoque e fluxo interno mais pesado, ele me parece mais adequado para uma operação ambulatorial-first do que para um hospital completo. Além disso, o próprio chat do portal tem uma limitação importante: a documentação diz que ele funciona entre o portal e a equipe da clínica, mas não roteia mensagens para dispositivos pessoais. (OpenEMR)
O GNU Health é uma plataforma séria e ampla para HMIS, mas a própria documentação alerta que o FHIR REST ainda está em desenvolvimento e não cumpre totalmente a especificação, e também registra que o módulo de calendário precisa de mais polimento. Para o seu caso, em que o digital público e a agenda precisam funcionar muito bem, isso reduz o apelo como primeira escolha. (Documentação GNU Health)
O Ozone HIS é muito interessante do ponto de vista de arquitetura. O site e a documentação mostram uma suíte integrada com OpenMRS 3, ERP, SSO e interoperabilidade, e a release oficial alpha.12 foi descrita como o último alpha e já “quase beta”. Eu consideraria Ozone como uma trilha futura ou uma aposta para times com forte capacidade de engenharia, mas ainda não como a minha primeira recomendação para reduzir risco de implantação imediata. (Ozone)
Arquitetura que eu implementaria⌗
1. Camada pública de atendimento Eu colocaria um site/portal do paciente separado do prontuário, com consulta de agenda, solicitação de consulta, autenticação e acompanhamento de solicitações. O Chatwoot entraria como widget principal do site porque suporta live chat e gestão multicanal em ambiente self-hosted. O Keycloak ficaria responsável por autenticação e SSO, usando padrões como OpenID Connect, OAuth 2.0 e SAML. (Chatwoot)
2. Núcleo hospitalar O Bahmni ficaria no centro da operação interna: cadastro do paciente, agenda clínica, atendimento, internação, admissão/alta/transferência, leitos, prescrições, ordens e integração com ERP/backoffice. A documentação de Bahmni cobre explicitamente agenda, internação/leitos e APIs REST/FHIR, o que viabiliza integrar o portal sem expor o banco do prontuário diretamente à internet. (Bahmni)
3. Automação e integração Para confirmação de consultas, lembretes, no-show, abertura de tarefas e integração entre chat, portal e HIS, eu usaria n8n. Se você quiser automação conversacional, dá para encaixar Rasa atrás do Chatwoot como camada de triagem, FAQ e roteamento, sempre com passagem para atendimento humano quando necessário. (n8n Docs)
Como os fluxos deveriam funcionar⌗
No fluxo público, a pessoa entra no site, conversa no chat, escolhe agendar, autentica-se no portal e consulta os horários. A reserva ou solicitação vai para o núcleo hospitalar, e o n8n dispara confirmações e lembretes. Isso deixa o chat como porta de entrada, e não como sistema de registro clínico. O dado clinicamente relevante continua indo para o prontuário por um fluxo controlado. Esse desacoplamento é importante porque as próprias soluções mais maduras distribuem essas
Hosp360 - Gestao e Atendimento Hospitalar
1